Cobre opera sem direção única com alta do dólar e após dados chineses

Os futuros de cobre operam sem direção única nesta manhã, em meio a uma ligeira tendência de alta do dólar e após indicadores sinalizarem recuperação da China.

Por volta das 8h25 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,23%, a US$ 6.033,50 por tonelada, revertendo os ganhos que havia acumulado na semana. Já na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em dezembro tinha alta marginal de 0,11%, a US$ 2,6900 por libra-peso, às 9h02 (de Brasília).

O índice DXY do dólar se fortalece levemente nos negócios da manhã, pesando nos preços do cobre e de outros metais na LME.

De qualquer forma, as perdas dos metais são contidas diante das drásticas quedas de 6,6% a 7,1% que as cotações do petróleo sofreram ontem, diante de sinais de expansão da oferta e de enfraquecimento da demanda pela commodity.

Os últimos dados chineses sobre produção industrial e investimentos em ativos fixos, por sua vez, ajudam a dar alguma sustentação aos metais. Analistas do Commerzbank dizem que os números foram “relativamente baixos”, mas indicam, de qualquer forma, que a economia da China ganhou ímpeto em outubro.

Entre outros metais na LME, prevalecia o tom negativo. No horário indicado acima, o zinco cedia 0,8%, a US$ 2.477,50 por tonelada, o níquel diminuía 0,71%, a US$ 11.245,00 por tonelada, e o chumbo recuava 0,33%, a US$ 1.937,00 por tonelada. Por outro lado, o alumínio tinha ligeira alta de 0,03% no mercado inglês, a US$ 1.937,00 por tonelada, e o estanho subia 0,31%, a US$ 19.300,00.

Fonte: Dow Jones Newswires