Estatais que administram portos entram na mira da privatização no Governo Jair Bolsonaro

Privatizar as estatais que administram os portos brasileiros, inclusive a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), dar ênfase à navegação de cabotagem e ainda criar um superministério de Infraestrutura estão entre os planos do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Entidades que representam o setor enxergam com bons olhos o plano, mas já apresentaram suas reivindicações. O plano de privatização das companhias docas abrange todas as administrações portuárias e é uma grande preocupação de funcionários dessas empresas, sobretudo da Codesp. Entre os trabalhadores, há o temor de perda de postos de trabalho e de mudanças drásticas na estrutura das empresas.

No ano passado, chegou-se a cogitar a privatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), empresa que administra o porto de Vitória. Mas a questão não avançou e a gestão permaneceu sem mudanças.Para o presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), José Di Bella Filho, independentemente do modelo de gestão das companhias docas, é preciso garantir uma administração ágil, eficiente aos portos brasileiros. “Pode ser uma privatização, uma concessão de gestão ou até um modelo híbrido”. No entanto, para o executivo, o importante é que a mudança seja feita “de forma cautelosa, focada no aumento de eficiência e redução de custos”,

Mesmo com boa expectativa em relação à gestão de Bolsonaro nos próximos quatro anos, o presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (Abtra), Bayard Umbuzeiro Filho, entregou à equipe do presidente eleito uma pauta de reivindicações.

No ano passado, chegou-se a cogitar a privatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), empresa que administra o porto de Vitória. Mas a questão não avançou e a gestão permaneceu sem mudanças.Para o presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), José Di Bella Filho, independentemente do modelo de gestão das companhias docas, é preciso garantir uma administração ágil, eficiente aos portos brasileiros. “Pode ser uma privatização, uma concessão de gestão ou até um modelo híbrido”. No entanto, para o executivo, o importante é que a mudança seja feita “de forma cautelosa, focada no aumento de eficiência e redução de custos”,

Mesmo com boa expectativa em relação à gestão de Bolsonaro nos próximos quatro anos, o presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (Abtra), Bayard Umbuzeiro Filho, entregou à equipe do presidente eleito uma pauta de reivindicações.

Fonte: Portos e Navios / A Tribuna