Cobre opera perto da estabilidade, pressionado pelo dólar mais forte

O cobre opera próximo da estabilidade na manhã desta quinta-feira, de olho nos movimentos do câmbio. Além disso, sinais da economia dos Estados Unidos são monitorados, enquanto investidores aguardam a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos amanhã. Ainda hoje, será divulgada a inflação ao produtor no país, às 9h30 (de Brasília).

 Às 7h35, o cobre para três meses caía 0,04%, a US$ 6.452,50 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). Às 7h42, o cobre para setembro recuava 0,05%, a US$ 2,9255 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

 Ontem, os contratos em Londres e Nova York fecharam sem sinal único, beneficiados pelo dólar mais fraco e em reação a números da inflação na China. Nesta manhã, porém, o dólar se fortalece em geral, o que torna o metal mais caro para os detentores de outras divisas e reduz o apetite dos investidores.

 Os números da inflação nos EUA podem influir no mercado do cobre, já que eles podem gerar movimentos no câmbio ao influenciar a expectativa para a trajetória dos juros nos EUA.

 Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco caía 0,05%, a US$ 2.938,50 a tonelada, o alumínio subia 0,52%, a US$ 2.034,50 a tonelada, o estanho avançava 0,37%, a US$ 20.300 a tonelada, o níquel tinha alta de 0,46%, a US$ 10.805 a tonelada, e o chumbo subia 0,64%, a US$ 2.371 a tonelada.

Fonte: IstoÉ